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Equipe Poli Baja da USP é campeã da 31ª Competição Baja SAE BRASIL Etapa Nacional

31 de mar

Realizada de 25 a 29 de março na Fatec em São José dos Campos (SP), a competição teve 62 equipes inscritas e cerca de 1,2 mil estudantes.

Na classificação geral de equipes da 31ª Competição Baja SAE BRASIL Etapa Nacional, a Poli Baja, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli USP) conquistou a 1ª posição no pódio com a soma de 816 pontos do total de 1.000 no cômputo geral da competição.

No 2º e 3º lugar, respectivamente, destacaram-se as equipes Imperador (Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR – Campus Curitiba) com 756 pontos e FEI Baja, da Fundação Educacional Inaciana (FEI-SP), com 752 pontos.

A 4ª posição ficou com a equipe EESC USP TRACTIAN Baja, da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (EESC-USP) com744 pontos, e a 5ª Sinuelo, da Faculdade Horizontina – FAHOR (RS) com 734 pontos.

As equipes melhor classificadas na soma geral de pontos da Competição Baja Etapa Nacional na categoria 4X4 poderão participar da Etapa Internacional, nos Estados Unidos.

Para Paulo Cesar Romera Jr., diretor do Comitê Técnico da Competição Baja Etapa Nacional, iniciativas como essa são fundamentais para o desenvolvimento tecnológico no Brasil. “Aqui não apenas formamos profissionais, mas cidadãos preparados para os desafios da indústria e para contribuir para um futuro inovador e competitivo, o Baja SAE BRASIL não é apenas uma competição, é um verdadeiro laboratório de inovação e um celeiro de talentos”, diz.

O que é um Baja

Os veículos Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora de estrada, com quatro ou mais rodas e motor padrão de 13HP, que devem ser capazes de transportar pilotos com até 1,90 m de altura, pesando até 109 kg, e de enfrentar provas de resistência nos terrenos mais árduos.

O Projeto Baja 

O Projeto Baja faz parte dos Programas Estudantis da SAE BRASIL e abrange a competição nacional, além das etapas regionais Nordeste, Sul e Sudeste. Desde o seu início, em 1995, milhares de estudantes universitários passaram pelos desafios da competição, que envolvem não apenas o desenvolvimento técnico do veículo, mas também a organização do trabalho em equipe, a gestão do projeto e a análise de sua viabilidade econômica.

Histórico

O projeto Baja SAE foi criado na Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, com a primeira competição norte-americana realizada em 1976. O ano de 1991 marcou o início das atividades da SAE BRASIL, que em 1994 lançava o Projeto Baja SAE BRASIL e, no ano seguinte, realizava a primeira Competição Nacional, na pista Guido Caloi, no bairro do Ibirapuera, em São Paulo. Em 1996 a Competição foi para o Autódromo de Interlagos, onde ficaria até 2002. Depois, seguiu para o Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo, em Piracicaba, São Paulo, onde ficou até 2015. A partir de 2016, a prova passou para o endereço atual, em São José dos Campos.

“São José dos Campos sediou as 10 últimas edições da Competição Baja graças ao apoio da prefeitura municipal que entendeu a importância dos eventos estudantis da SAE BRASIL. Além de ser um dos polos universitários do país, a cidade também conta com um espaço dedicado para as provas experimentais da Baja SAE BRASIL. Suporte como esse facilita entre os jovens a disseminação da tecnologia, ciência, inovação e empreendedorismo, motivando-os a desafios práticos” enfatiza Claudio Castro, presidente da SAE BRASIL.  

31ª Competição Baja SAE BRASIL Etapa Nacional

62 equipes de 13 Estados brasileiros e 5 regiões do país

CLASSIFICAÇÃO GERAL DAS EQUIPES

  • 1° lugar: Poli Baja, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli USP – SP)
  • 2° lugar: Imperador, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR Curitiba)
  • 3° lugar: Equipe FEI Baja, Fundação Educacional Inaciana (FEI – SP)
  • 4° lugar: EESC USP TRACTIAN Baja, Escola de Engenharia de São Carlos (Universidade de São Paulo – EESC-USP)
  • 5° lugar: Sinuelo, Faculdade Horizontina – FAHOR – RS)

CLASSIFICAÇÃO DAS EQUIPES POR PROVAS

Enduro de resistência

  • 1° lugar: Imperador, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR – Curitiba)
  • 2° lugar: Caraubaja, Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa Caraúbas – RN)
  • 3° lugar: Sinuelo, Faculdade Horizontina (FAHOR – RS)

Relatório de projeto

  • 1° lugar: Equipe FEI Baja, Fundação Educacional Inaciana (FEI – SP)
  • 2° lugar: BAJA UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais
  • 3° lugar: EESC USP TRACTIAN Baja, Escola de Engenharia de São Carlos – Universidade de São Paulo (EESC-USP – SP)

Desafio técnico

  • 1° lugar: Poli Baja, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – (Poli USP – SP)
  • 2° lugar: Komiketo Baja, Universidade Federal de São João Del Rei – (UFSJ – MG)
  • 3° lugar: Equipe FEI Baja, Fundação Educacional Inaciana – (FEI – SP)

Apresentação de projeto

  • 1° lugar: Imperador, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – (UTFPR – Curitiba)
  • 2° lugar: Poli Baja, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – (Poli USP – SP)
  • 3° lugar: Rampage Baja UFJF, Universidade Federal de Juiz de Fora – (UFJF – MG)

Capacidade de tração

  • 1° lugar: Imperador, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – (UTFPR – Curitiba)
  • 2° lugar: Caraubaja, Universidade Federal Rural do Semi-Árido – (Ufersa – Caraúbas – RN)
  • 3° lugar: Buffalo Baja – UFLA, Universidade Federal de Lavras – (UFLA – MG)

Manobrabilidade

  • 1° lugar: Saci Baja UNIFEI, Universidade Federal de Itajubá – (UNIFEI – Itajubá – MG)
  • 2° lugar: EESC USP TRACTIAN Baja, Escola de Engenharia de São Carlos – Universidade de São Paulo – (EESC-USP – SP)
  • 3° lugar: Imperador, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – (UTFPR – Curitiba)

Aceleração

  • 1° lugar: Tuffão Baja SAE, Universidade Federal Fluminense – (UFF – Niterói – RJ)
  • 2° lugar: EESC USP TRACTIAN Baja, Escola de Engenharia de São Carlos – Universidade de São Paulo – (EESC-USP – SP)
  • 3° lugar: Equipe FEI Baja, Fundação Educacional Inaciana – (FEI – SP)

Velocidade máxima

  • 1° lugar: EESC USP TRACTIAN Baja, Escola de Engenharia de São Carlos – Universidade de São Paulo – (EESC-USP – SP)
  • 2° lugar: Vitória Baja, Universidade Federal do Espírito Santo – (UFES – ES)
  • 3° lugar: Poli Baja, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – (Poli USP – SP)

Suspensão

  • 1° lugar: Poli Baja, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – (Poli USP – SP)
  • 2° lugar: BAJA UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais
  • 3° lugar: Equipe FEI Baja, Fundação Educacional Inaciana – (FEI – SP)

Super Prime
(chaveamento de equipes em duplas que concorrem em circuito restrito, com risco de eliminação para quem perder)

  • 1° lugar: Poli Baja, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – (Poli USP – SP)
  • 2° lugar: Sinuelo, Faculdade Horizontina – FAHOR – RS)
  • 3° lugar: Caraubaja, Universidade Federal Rural do Semi-Árido – (Ufersa – Caraúbas – RN)
Sobre a SAE BRASIL

A SAE BRASIL é uma associação de pessoas físicas, sem fins lucrativos, que tem como propósito ser “A Casa do Conhecimento da Mobilidade Brasileira”. Participam da entidade profissionais de variadas áreas, unidos pela missão de criar e de disseminar conhecimento, visando a desenvolver tecnologia e inovação no ecossistema da mobilidade. Fundada no Brasil em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento da mobilidade e da integração do País ao processo de globalização da economia, a SAE BRASIL é referência nacional para a integração da indústria, academia, 3º setor e dos órgãos técnicos do governo. Conta com 6 mil associados e 09 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje em uma das mais relevantes instituições do setor da mobilidade brasileira. A SAE BRASIL é filiada à SAE International, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, entre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison. Ao longo de mais de um século de existência tornou-se uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios em cerca de 100 países.